Conto


KAILÃN E A CRIATURA




Em uma noite na cidade de Rívolti, Kailãn voltando para casa, passando pela Rua dos Loperdis, uma rua movimentada com crianças brincando na porta de casa, portes iluminando o bairro todo, uma movimentação de carro, um vento fraco batendo nas folhas das árvores. Kailãn passara por uma encruzilhada, quando um apagão tomara conta do bairro e voltara horas depois à energia.
Alguns pais chamando as crianças para entra, outras pessoas estão a fechar suas portas. Kailãn para, observa as pessoas fechando as portas, escuta crianças chorando numa escuridão apavorante e sem saber o quer fazer Kailãn continua a andar, a sua frente duas luzes vem em sua direção, seu coração acelera, sua respiração fica ofegante, e a cada segundo que as luzes se aproximam seu nervosismo aumenta, quando de repente as duas luzes passam perto de Kailãn, serão dois faróis de um carro verde escuro, Kailãn agora respira aliviado, mas mesmo assim apresa seus passos, cada vez mais e mais rápido... Quando der repente ele ver algo em meia aquela escuridão novamente.

 Kailãn – Mais um carro, hahaha.

O tempo muda drasticamente, os ventos param de assoprar, o ambiente entra em melancolia profunda do abismo, é como se o mundo estiver-se em preto e branco e a felicidade não existisse mais. Kailãn olha ao seu redor e apenas conseguir enxergar a morte da esperança e a infelicidade das coisas, quando Kailãn se vira e uma criatura com a fase de uma mulher com esquizofrenia aparece, passando uma imagem de uma pessoa com pensamentos sem coerência e emoções confusas, reprimidas de indiferença com os outros guardado no subconsciente, eventos ruins que aconteceram na infância. E então a criatura pega o seu rosto, e deixa em transe absoluto. Passando menos de dez segundos, que para Kailãn parecerá um século, ele olha para o céu e a vista uma espécie de um brilho intenso vermelho, que está a se aproximar dele e da criatura. O brilho ficará mais e mais forte até ser possível identificar uma espécie de ave.
E no piscar de olhos, algo atacar a criatura, que a solta e deixa cai no chão, quase quê baterá sua cabeça no meio fio, com pouca consciência ele conseguir ver uma briga, de uma criatura voadora que está atacando o monstro, e com uma luz intensa vermelha que irá luminar a Rua dos Loperdis por completo vinda da ave. A criatura voar para o céu e entre as nuvens ela some, Kailãn se levanta e se senta, e ao olha para frente, ver a ave vindo em sua direção, com uma aparência de acabada, com um brilho vermelho chamando sua atenção ao seu redor, penas brilhantes e avermelhadas cobre o seu corpo, Kailãn ergue sua mão para acaricia a ave, a ave ao ser tocada por Kailãn pega fogo, entra em chamas tornando-se cinza, Kailãn sem entender nada toma um susto e fica boquiaberto com o quê aconteceu, e então Kailãn escuta um som de um compasso de pés vindo em sua direção, e então um adolescente aparece em meio aquela escuridão extrema.

Reinam – Olá, eu sou o Reinam.
Kailãn – Oi, sou Kailãn.
Reinam – Está tudo bem?
Kailãn – Não.
Reinam – Venha, deixe-se ajudar você.

Reinam erguera sua mão para Kailãn e Kailãn aceitará.

Kailãn – O quê aconteceu com essa ave?
Reinam – Terminou o ciclo de vida dela, até que durou mais do quê a última vez.
Kailãn – ciclo de vida terminou? Ela morreu então?
Reinam – Sim e não, brincadeiras. Essa ave é uma fênix, uma criatura mística muito dócil e especial, que quando termina o seu ciclo de vida, pegam fogo, viram cinza e renasci, e possuem um brilho intenso, porém são raros os acontecimentos que tiveram dela defender um leigo, você deve ser especial Kailãn.
Kailãn – Leigo?
Reinam – É assim que nós chamamos vocês, pessoas normais.
Reinam – Existe o mundo de vocês (os leigos), o das criaturas (você sabe quem pertence), e a dos magos (que é a minha).
Kailãn – Teve também outra criatura...
Reinam – O bicho papão!
Kailãn – Isso é ridículo, “bicho papão” hahaha.
Reinam – Vocês são leigos mesmo não são?
Reinam – Bichos papão são criaturas terríveis, aterrorizantes eu diria. Por onde passam deixam a tristeza, se alimentam de lembranças boas, e se transformam em seus piores pesadelos.

Kailãn sem saber o quê dizer pega sua mochila no chão ao lado estará às cinzas da fênix. Ao passar um vento sobre as cinzas um novo filhote de fênix surge.

Kailãn – Ela está vivo?
Reinam – Sim, está.
Reinam – Você tem que ir pra casa, já está tarde.

 Reinam acompanha Kailãn até a frente da sua porta e vai embora.

Na manhã seguinte, Kailãn vai para o Colégio e na volta já de noite fica pensando se aquilo que aconteceu ontem foi real. E na mesma rua, dos loperdis, Kailãn fica debaixo de um porte e antes que ele possa tira sua mochila das contas, ele escuta uma grito, será de uma criança.
Ele sem pensar corre, na direção dos gritos, para frente da casa que está com as portas fechadas, Kailãn invade e ao pisa os pés dentro da casa senti aquela mesma sensação ruim que tinha sentido ontem.  E lá estará uma criança sendo dominada por um bicho papão, Kailãn abri o jipe da mochila e pega uma lanterna, e acende, posicionando a luz para a criatura, na tentativa de chama atenção da criatura, logo em seguida, a criatura larga a criança e vai em na direção de Kailãn, e sem hesita ele corri e se bate na porta com Reinam.

Reinam – O quê está fazendo aqui leigo?
 Kailãn – Meu nome não é leigo, meu nome é Kailãn, eu vim ver o quê era.

Reinam corri para a sala onde está a criança junto à criatura e joga um tipo de magia com um brilho intenso sobre o bicho papão com seu bastão, e com um brilho forte a criatura some.

Reinam – Quantas vezes eu tenho que salvar sua vida?
Kailãn – Eu não preciso de babá.
Reinam – Não é o quê parece.
Kailãn – Muito engraçado senhor reinam.

Os dois saem juntos da casa e vão a direção da casa de Kailãn.

Reinam – Mais uma vez aqui.
Kailãn – Essa é a última.
Reinam – Espero.
Kailãn – Reinam essas criaturas todos podem ver?
Reinam – Não apenas alguns leigos.
Kailãn – Tem como pega essas lembranças de volta que o bicho papão pegou?
Reinam – Ninguém sabe ao certo.
Kailãn – Quero a minha, que ele pegou naquela noite, acho que devia ser uma lembrança boa, já que foi forte o bastante pra alimentar ele.
Reinam – Isso é loucura, você não aguentaria um segundo com ele.
Kailãn – É por isso que eu quero sua ajuda.
Reinam – Não!
Kailãn – Ta bom, eu vou sozinho amanhã de manhã.
Reinam – Você vai morre
Kailãn – Você será um dos culpados pela minha morte, se você for comigo eu prometo fica longe de tudo isso.

Reinam já sem argumentos se rende e aceita a proposta.

Reinam – OK, mas vamos hoje agora.
Kailãn; OK, mas como vamos achar ele? E como vamos conseguir de volta?
Reinam – Eu tenho aqui uma chave de portal vamos ao mundo deles, e La acharemos uma planta pra prepará um feitiço.
Kailãn – Então vamos.

Os dois vãos até uma encruzilhada e reinam fala; “powportarié”.
E um portal se abrir no meio do cruzamento das ruas e os dois pulam pra dentro do portal, e o portal se fecha.

Caindo no mundo obscuro, tenebroso e anormal.

Reinam– Luz é algo que não se encontra aqui.

Kailãn fica sem palavras sem acreditar e tenta enxergar tudo que está em seu redor, com muita dificuldade no escuro.

Reinam – Vamos, agora.
Reinam puxa a mão de Kailãn.
Reinam – Precisamos achar uma planta que é escura e com faíscas vermelhas saindo de dentro da planta.
Kailãn – Aonde achamos isso?
Reinam – Precisamos procura.
Kailãn – Vocês bruxos ou sei La magos não tem uma espécie de varinha, daí vocês falam algumas palavras e aparece o quê estamos procurando?
Reinam – Não é bem assim quê funcionar.

E com ironia Reinam fala  Nossa! Como seu mundo é desenvolvido. Serão leigos a vida toda não tem jeito.

E por um estante o frio predominar no ambiente ustiu.
Kailãn então puxa Reinam pra debaixo de uma espécie de caverna.

Kailãn – Silêncio, eu vi um bicho papão.

Á criatura passa silenciosamente por eles, deixando apenas um rasto de infelicidade no caminho.

Kailãn – Vamos, quero minha lembrança de volta, seja lá o que ela seja, eu quero.

Ao sai da caverna, reinam chuta algo, uma planta escura saindo faíscas vermelhas.

Reinam – Achei!

Juntos prepararam um feitiço forte para acabar com a criatura. E ao saírem da caverna, algo o assustar Reinam, será Kailãn.

Reinam – Você está doido?
Kailãn – O quê foi? Ta assustado magozinho?

 Reinam toma a frente de Kailãn, e sem direção continuam a andar em meio à escuridão e sem rumo buscando achar a criatura, Kailãn já sem paciência grita.

Kailãn – BICHOOO PAPÃOOOOOOOO!
Reinam – Calaa bocaaaa leigo.

E uma multidão de bichos papal se forma no alto do céu, criaturas assombrosas e aterrorizantes se juntam, reinam e Kailãn correm sem direção, as criaturas voam atrás dos dois.

Reinam – Vamos, pegue o feitiço.

Reinam jogá um frasco e Kailãn deixa cai num buraco.
Reinam então diz algumas palavras e uma brilho é produzido pelo seu cajado, conseguindo dispensar algumas criaturas. Reinam olha para o lado e recebe uma pancada no meu das costas de um ganho de uma árvore mística do mal, ele então voar para longe deixando Kailãn desprotegido dos bichos papão. Kailãn tenta pega o frasco que caiu num buraco, quando um bicho papão pega ele, e começa a se alimentar dele, roubando todas as lembranças boas e momentos alegres, Kailãn então desmaia e minutos depois acorda, infeliz, angustiado, triste com duas só lembrança em sua mente, serão os dois encontros com os bichos papão.

Reinam – Kailãn, Kailãn, Kailãn, você está bem?
Kailãn – Quem é você?
Reinam – Você não se lembra? Sou teu colega.
Kailãn – Não te conheço, onde eu estou? Qual meu nome?

Reinam bota a mão na cabeça e senta perto da árvore que o jogou longe.

Reinam – Meu Deus, o quê eu vou fala para os seus pais? Como vou recupera suas lembranças boas. Eu sabia que era uma má ideia.

Kailãn tira a mochila de trás das contas e bota no seu colo, sem saber de nada mais, sem lembrança, sem momentos bons. Kailãn estando depressivo se pergunta o quê estaria fazendo vivo? Se não teria uma família, nem amigos, não teria nenhuma posição no mundo. Ele procura alguma resposta para as perguntas dele, ele irá acha algo, que não será uma resposta para suas perguntas e sim, a solução pra tudo, ele achara  uma faca. Reinam ainda sem saber o quê fazer se levanta e da uma olhada na bolsa dele de feitiços, olhando para o lado quê Kailãn estava, ele ver Kailãn caiado no chão todo ensanguentado, reinam corri pra pegar Kailãn no colo, e tenta reanimar, mas já é tarde, Kailãn perderá muito sangue, pelos puços cortados.

Alunos(a); Micael Robson Dos Santos Alves
Reinan Mendes 
Milena Santos de Jesus
Michele de Souza dos Santos

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