CONTO
Colégio Estadual professor Edilson souto freire
3° Ano A
Alunas: Nycolle Kauane , Jéssica Hora
Disciplina: Português
BORN TO DIE
Viviam apenas dois tipos de pessoas em nossa cidade "os loucos que permanecem aqui e os loucos que vivem aqui a anos". Meu pai sempre falava que nossa cidade era habitada por zumbis, e eu meio que acreditava. Morávamos numa pequena cidade da Carolina do sul. Getlen não era como as cidades que se veem nos filmes, tava mais para cidades de filmes de anos atrás. Aqui não tinha um Mcdonald's e nem um parque de diversões com montanha-russa. O único lugar que eu mais gostava na cidade era a biblioteca que tinha diversos livros bons. Eu meio que gosto de ler o tempo inteiro, livros me fazem sair de Getlen por um tempo. Havia também uma praça onde toda a comunidade ia sempre. As lojas ficam longes, as casas mais bonitas ficavam em uma rua distante e todas as outras pessoas moravam no norte, onde as calçadas tinham buracos enormes horrível para andar, mas perfeitos para alguém cai dentro. Getlen era Getlen, os vizinhos sentavam nas varandas chupavam um picolé e conversavam sobre a vida dos vizinhos. Nada nunca mudava. Amanhã seria meu primeiro dia de aula, no segundo ano na escola Schoon, e eu sabia que não haveria nada que já não soubéssemos. Pelo menos era isso que eu pensava. Desliguei a música, a luz do quarto e fui dormir.
Havia uma maldição um túmulo e um vazio, estava escuro e chovia, e tinha o garoto, com quem sonhava a semanas mas nunca conseguir vê seu rosto, somente o anel que ele usava em seu polegar, com um símbolo estranho, como se fosse uma meia lua com a metade de um sol e o nome escrito “Born to die”. Sentia que o conhecia e era como se eu fosse apaixonada por ele. Isso meio que me assustava, era loucura, era somente um garoto em um sonho e eu nunca conseguir vê seu rosto. Acordei já atrasada, me arrumei e desci as escadas, Elise já tinha me chamado várias vezes,entrei no carro e fomos conversando o caminho todo. Elise era minha melhor amiga desde o jardim de infância, íamos para todos os lugares juntas. Ela sempre me buscava em casa com o carro, que havia ganhado de seus pais no início do ano passado. Parámos em uma cafeteria, quando passou um grande carro preto ao nosso lado com os vidros escuros e totalmente fechados, não tinha o reconhecido, o que era estranho, eu conhecia todos os carros da cidade e não haveriam turistas nessa época do ano. Chegamos em frente ao colégio, descemos do carro e fomos para o pátio da escola onde todos os anos os veteranos se encontravam. Alguns amigos do ano passado, nos chamaram para conversar, e como já tinha deduzido as mesmas piadas e as mesmas pessoas. Porém a escola inteira comentava sobre o novo aluno que havia chegado, eu não estava muito curiosa para saber quem era, mas de tanto falarem, já sabia que seu nome era James huchannes, um garoto de outro país que era neto do fundador da cidade . O sinal bateu e finalmente fomos liberados depois de tantas apresentações e debates. Peguei meu caderno e coloquei dentro da mochila rapidamente, Elise já estava lá fora me esperando, sair da sala quando James saí no mesmo momento que eu. Ele era um garoto bonito, cabelos claros, de calça e blusa preta com um casaco preto que tinha um nome "Artic" e um all star nos pés. Um garoto que usava um colar longo no pescoço e que tinha os olhos mais verde que já vi. Ele passa me encarando, continuo andando o encarando também, nunca tinha visto um garoto como ele, ele parecia não pertencer a Getlen. Viro meu rosto Tirando meus olhos dos dele. Passo um tempo pensando se deveria ter falado ou ter dado boas vindas. Desci as escadas e fui em direção a Elise que me deixou na porta de casa.
A semana inteira foi Entediante, como sempre a mesma coisa, não tinha visto mais o James o que não era um problema. Como era o fim de semana resolvi dar um passeio de bicicleta pela cidade, andei pelos condomínios parques admirando um pouco da beleza da cidade, apesar de Getlen ser praticamente o fim do mundo era um lugar admirável, os céus sempre ficava coloridos nos finais de tarde e tinha ótimas sombras para fazer piqueniques. Andava distraída pelas ruas quando o pneu da bicicleta fura numa estrada deserta rodeada de árvores,e distante de oficinas e telefones públicos. Passo talvez uma hora inteira esperando alguém parar e me dar uma ajuda ou algum policial que pudesse me levar até em casa. Estava chovendo e escurecendo quando ouço um barulho de um carro vindo em minha direção, levantei rapidamente do chão sinalizando ajuda, era um carro preto brilhante, quando percebi que era o mesmo carro que havia passado por Elise e eu semana passada, não sabia se deveria pedir ajuda a quem estivesse nesse carro, mas eu precisava voltar para casa. Contínuo sinalizando, até que o carro para, os faróis estavam ligados que batiam direto em minha cara fazendo eu ter que colocar uma das mãos no rosto. Me aproximo lentamente. Era um garoto. Olhos verdes. Cabelos claros.
James huchannes
Eu não sabia o que dizer, estava parada em frente ao carro, congelada. Ele desce do carro meio intrigado e me pergunta o que tinha acontecido, ele não pergunta meu nome e me trata como se já tivesse me conhecido, o que era estranho pois só tínhamos nos visto na escola e sempre rápido. Ele era doce ao falar, seus olhos estavam mais verdes do que na última vez que os vi. Conto o que estava acontecendo ele oferece a mão para me ajudar, dou a minha mão que estava fria da frieza da noite. Do nada ele para como se tivesse lembrado de algo,ele me olha com os olhos arregalados, pega o meu pulso e passa os dedos sobre os pequenas marcas que eu tinha em formato de meia lua.
- É você a garota do sonho.
Uma onda de eletricidade percorreu sobre nosso corpo. Um relâmpago atingiu uma árvore a metro de distância. Eu não conseguia respirar, adrenalina e medo pulsava em minhas veias, sentir que já o conhecia, lembro-me então do sonho que tenho tido todas as noites do garoto que não vejo o rosto, do anel, pego a sua mão com ansiedade, era o mesmo anel do sonho em formato de meia lua e meio sol e a frase que nunca entendia. Era ele, eu tinha certeza. Olhei para os seus olhos que estavam ainda surpresos assim como os meus, não sabíamos o que falar, eu estava feliz e ao mesmo tempo confusa, eu não estava louca era ele, e bem na minha frente.
Uma chuva intensa cai e relâmpagos atingem árvores dessa vez mais forte do que antes que caem em cima do carro do James, tentamos correr, mais os relâmpagos ficavam mais fortes e cada vez mais perto, ele me abraça, estávamos completamente molhados, seu rosto havia tristeza. Eu só conseguia pensar que era nosso fim, justamente quando o encontrei. E então um raio atinge a árvore, ele me abraça mais forte ainda, parecia que tudo estava em câmera lenta, via a árvore despencando de cima, ele olha nos meus olhos e fala… Nascemos para morrer.
Colégio Estadual professor Edilson souto freire
3° Ano A
Alunas: Nycolle Kauane , Jéssica Hora
Disciplina: Português
BORN TO DIE
Viviam apenas dois tipos de pessoas em nossa cidade "os loucos que permanecem aqui e os loucos que vivem aqui a anos". Meu pai sempre falava que nossa cidade era habitada por zumbis, e eu meio que acreditava. Morávamos numa pequena cidade da Carolina do sul. Getlen não era como as cidades que se veem nos filmes, tava mais para cidades de filmes de anos atrás. Aqui não tinha um Mcdonald's e nem um parque de diversões com montanha-russa. O único lugar que eu mais gostava na cidade era a biblioteca que tinha diversos livros bons. Eu meio que gosto de ler o tempo inteiro, livros me fazem sair de Getlen por um tempo. Havia também uma praça onde toda a comunidade ia sempre. As lojas ficam longes, as casas mais bonitas ficavam em uma rua distante e todas as outras pessoas moravam no norte, onde as calçadas tinham buracos enormes horrível para andar, mas perfeitos para alguém cai dentro. Getlen era Getlen, os vizinhos sentavam nas varandas chupavam um picolé e conversavam sobre a vida dos vizinhos. Nada nunca mudava. Amanhã seria meu primeiro dia de aula, no segundo ano na escola Schoon, e eu sabia que não haveria nada que já não soubéssemos. Pelo menos era isso que eu pensava. Desliguei a música, a luz do quarto e fui dormir.
Havia uma maldição um túmulo e um vazio, estava escuro e chovia, e tinha o garoto, com quem sonhava a semanas mas nunca conseguir vê seu rosto, somente o anel que ele usava em seu polegar, com um símbolo estranho, como se fosse uma meia lua com a metade de um sol e o nome escrito “Born to die”. Sentia que o conhecia e era como se eu fosse apaixonada por ele. Isso meio que me assustava, era loucura, era somente um garoto em um sonho e eu nunca conseguir vê seu rosto. Acordei já atrasada, me arrumei e desci as escadas, Elise já tinha me chamado várias vezes,entrei no carro e fomos conversando o caminho todo. Elise era minha melhor amiga desde o jardim de infância, íamos para todos os lugares juntas. Ela sempre me buscava em casa com o carro, que havia ganhado de seus pais no início do ano passado. Parámos em uma cafeteria, quando passou um grande carro preto ao nosso lado com os vidros escuros e totalmente fechados, não tinha o reconhecido, o que era estranho, eu conhecia todos os carros da cidade e não haveriam turistas nessa época do ano. Chegamos em frente ao colégio, descemos do carro e fomos para o pátio da escola onde todos os anos os veteranos se encontravam. Alguns amigos do ano passado, nos chamaram para conversar, e como já tinha deduzido as mesmas piadas e as mesmas pessoas. Porém a escola inteira comentava sobre o novo aluno que havia chegado, eu não estava muito curiosa para saber quem era, mas de tanto falarem, já sabia que seu nome era James huchannes, um garoto de outro país que era neto do fundador da cidade . O sinal bateu e finalmente fomos liberados depois de tantas apresentações e debates. Peguei meu caderno e coloquei dentro da mochila rapidamente, Elise já estava lá fora me esperando, sair da sala quando James saí no mesmo momento que eu. Ele era um garoto bonito, cabelos claros, de calça e blusa preta com um casaco preto que tinha um nome "Artic" e um all star nos pés. Um garoto que usava um colar longo no pescoço e que tinha os olhos mais verde que já vi. Ele passa me encarando, continuo andando o encarando também, nunca tinha visto um garoto como ele, ele parecia não pertencer a Getlen. Viro meu rosto Tirando meus olhos dos dele. Passo um tempo pensando se deveria ter falado ou ter dado boas vindas. Desci as escadas e fui em direção a Elise que me deixou na porta de casa.
A semana inteira foi Entediante, como sempre a mesma coisa, não tinha visto mais o James o que não era um problema. Como era o fim de semana resolvi dar um passeio de bicicleta pela cidade, andei pelos condomínios parques admirando um pouco da beleza da cidade, apesar de Getlen ser praticamente o fim do mundo era um lugar admirável, os céus sempre ficava coloridos nos finais de tarde e tinha ótimas sombras para fazer piqueniques. Andava distraída pelas ruas quando o pneu da bicicleta fura numa estrada deserta rodeada de árvores,e distante de oficinas e telefones públicos. Passo talvez uma hora inteira esperando alguém parar e me dar uma ajuda ou algum policial que pudesse me levar até em casa. Estava chovendo e escurecendo quando ouço um barulho de um carro vindo em minha direção, levantei rapidamente do chão sinalizando ajuda, era um carro preto brilhante, quando percebi que era o mesmo carro que havia passado por Elise e eu semana passada, não sabia se deveria pedir ajuda a quem estivesse nesse carro, mas eu precisava voltar para casa. Contínuo sinalizando, até que o carro para, os faróis estavam ligados que batiam direto em minha cara fazendo eu ter que colocar uma das mãos no rosto. Me aproximo lentamente. Era um garoto. Olhos verdes. Cabelos claros.
James huchannes
Eu não sabia o que dizer, estava parada em frente ao carro, congelada. Ele desce do carro meio intrigado e me pergunta o que tinha acontecido, ele não pergunta meu nome e me trata como se já tivesse me conhecido, o que era estranho pois só tínhamos nos visto na escola e sempre rápido. Ele era doce ao falar, seus olhos estavam mais verdes do que na última vez que os vi. Conto o que estava acontecendo ele oferece a mão para me ajudar, dou a minha mão que estava fria da frieza da noite. Do nada ele para como se tivesse lembrado de algo,ele me olha com os olhos arregalados, pega o meu pulso e passa os dedos sobre os pequenas marcas que eu tinha em formato de meia lua.
- É você a garota do sonho.
Uma onda de eletricidade percorreu sobre nosso corpo. Um relâmpago atingiu uma árvore a metro de distância. Eu não conseguia respirar, adrenalina e medo pulsava em minhas veias, sentir que já o conhecia, lembro-me então do sonho que tenho tido todas as noites do garoto que não vejo o rosto, do anel, pego a sua mão com ansiedade, era o mesmo anel do sonho em formato de meia lua e meio sol e a frase que nunca entendia. Era ele, eu tinha certeza. Olhei para os seus olhos que estavam ainda surpresos assim como os meus, não sabíamos o que falar, eu estava feliz e ao mesmo tempo confusa, eu não estava louca era ele, e bem na minha frente.
Uma chuva intensa cai e relâmpagos atingem árvores dessa vez mais forte do que antes que caem em cima do carro do James, tentamos correr, mais os relâmpagos ficavam mais fortes e cada vez mais perto, ele me abraça, estávamos completamente molhados, seu rosto havia tristeza. Eu só conseguia pensar que era nosso fim, justamente quando o encontrei. E então um raio atinge a árvore, ele me abraça mais forte ainda, parecia que tudo estava em câmera lenta, via a árvore despencando de cima, ele olha nos meus olhos e fala… Nascemos para morrer.
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